Mostrar mensagens com a etiqueta David Gorodovits. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta David Gorodovits. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 28 de março de 2013

SALMOS


Vitor e Jairo Fridlin, David Gorodovits, Editora Sêfer, Edição em 2 formatos:
Salmos - Hebraico e Português (de bolso) - 464 páginas (10,5x14 cm, capa dura), ISBN 85-85583-25-8, 2000 (4ª edição)
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
***
Salmos - Com Tradução e Transliteração - 464 páginas (14x21 cm, capa dura), ISBN 85-85583-20-7, 199 (4ª edição)
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

***
Do Prefácio: «… Partindo de uma tradução literal, consultámos obras de nossos grandes comentaristas (relacionados no livro) para não nos desviar, em momento algum, de seu significado pleno, e tentámos reescrever a obra de David em português. Se a inspiração que moveu o Rei David a nos legar este monumento conseguir atingir nossos corações e as mentes destes meninos judeus que pretendem voltar para casa, e ajudá-los a recuperar sua herança espiritual, já nos sentiremos recompensados. Possa o Eterno nos abençoar e nos conduzir pela vereda da Vida a uma existência plena de estudo, oração e Maassim Tovim, boas atitudes. Que uma Teshuvá completa seja alcançada por cada um de nós. Para que a ética, a prática da nossa religião e seus valores humanitários, a dedicação ao trabalho inspirador e criativo que sempre caracterizou o povo judeu e sua contribuição para o bem-estar dos seres humanos nos permitam constituir uma das parcelas positivas capazes de mudar o destino da Humanidade, dividida e cheia de ódios, desentendimentos, preconceito e incompreensão, para conquistar seus opostos: a compreensão e a paz. Para que, afinal, penetre em nossos corações o significado do Salmo 19 como exemplo dos demais:
"Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento atesta a obra de Suas mãos. Um dia ao seguinte transmite esta mensagem, uma noite à outra a comunica.
Não é linguagem humana, não há palavras, e som algum é percebido, mas por toda a terra ressoa o que dizem, e até aos confins chega Sua mensagem;
Para o sol assentou Deus no céu uma tenda; ele é como o noivo que sai da câmara nupcial, e como um herói ansioso para percorrer seu trajecto. Parte de um extremo dos céus e atinge o outro, e nada escapa de seu calor.
A Lei do Eterno é perfeita e reconforta a alma; verdadeiro é o testemunho do Eterno, que torna sábio o mais simples.
De absoluta rectidão são os preceitos do Eterno e trazem alegria ao coração; límpido é o mandamento do Eterno, que ilumina o olhar.
Puro é o temor do Eterno e perdura para sempre; verdadeiros são os julgamentos do Eterno, todos igualmente justos. São mais desejáveis que o outro, que o ouro mais refinado; mais doces que o mel que se forma nos favos.
Teu servo se esmera em cumpri-los e sei que grande é a recompensa por sua observação. Mas quem consegue discernir seus próprios erros?
Purifica-me das faltas involuntárias que não percebo.
Preserva-me também dos pecados conscientes, para que não dominem; serei então plenamente íntegro e estarei inocente de grandes transgressões.
Possam as palavras de minha boca e a prece de meu coração serem aceites por Ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Redentor."
Elul 5759, Agosto 1999.
David Gorodovits, Vitor Fridlin e Jairo Fridlin »

segunda-feira, 25 de março de 2013

NEGÓCIO FECHADO


Parábolas da Cultura Judaica e sua Luz sobre a Arte de Vender
David Godorovits e Silvio Acherboim, Editora Sêfer, 112 páginas (14x21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-43-9, 2002 (3ª edição 2007)

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
***
Escrever a apresentação de um livro que contém experiências milenares é um convite fascinante. A arte de vender nasceu no seio do povo judeu, no período em que este foi proibido de possuir qualquer tipo de propriedades, como terras para cultivar ou imóveis para trabalhar.
Dizem que os responsáveis pelo grande sucesso dos judeus na arte de negociar são justamente os gentios, que não lhes deixavam outra alternativa de sobrevivência.
Essa proibição transformou os maiores sábios judeus de cada época em hábeis negociantes, que empregavam inteligência e valores éticos para fazer da única alternativa de sobrevivência, a maior oportunidade de crescimento.
Os autores de Negócio Fechado - David Godorovits e Silvio Acherboim - foram extremamente felizes ao escrevê-lo com base nesses ensinamentos que, certamente, provocarão nos leitores e profissionais do ramo uma grande reflexão sobre as suas actividades e um período de mudanças significativas.
Aquele que escolheu vendas como sua profissão, com toda a nobreza que ela carrega, terá neste livro um companheiro permanente, que permitirá que as histórias aqui contidas sejam lidas e relidas sempre, pois, em cada estudo dos textos, uma nova interpretação poderá surgir, permitindo avanços importantíssimos nas estratégias de actuação.
Jack Strauss
Empresário do ramo de varejo, director da empresa Sofá & Companhia e coordenador do PNBE (Brasil)
***
Senti-me muito honrado ao ser convidado a escrever a resenha deste livro, cujo conteúdo é a essência de uma cultura de 5769 anos. Na sua introdução, aborda-se a verdade na plenitude de sua nudez, raramente aceita porque tem uma só face: a que nos interessa, e não a que nos expõe.
Fala do pessimismo mas fala, em seguida, de esperança. Este contraste leva-nos a avaliar o que se possuía e o que foi perdido, porém sem jamais duvidar de que a beleza da vida pode sempre ser reencontrada, desde que se tenha dentro de si o Eterno, com a certeza de que a Ele não se pode enganar sem enganar a si próprio.
Este livro enfeixa de forma contundente tudo o que a vida me ensinou, pois, como vendedor de jóias, aprendi a ouvir confissões íntimas sem poder comentá-las; precisei ser solidário sem me tornar cúmplice. Consolidou-se assim em meu espírito o senso ético, e logo aprendi que o “olho no olho” e o aperto de mão sincero valem muito mais do que um contracto formal.
Leia, mas leia com atenção e fique mais atento ainda àquilo que lhe pareça óbvio, porque é no aparentemente óbvio, na simplicidade da frase já ouvida que estão as grandes verdades e ensinamentos que as dificuldades da vida, às vezes até por conveniência, nos fazem esquecer.
Negócio Fechado levou-me a uma deliciosa viagem retrospectiva no tempo, onde naveguei por minha própria vida. Com certeza, fará igualmente bem a você, leitor.
Medite sobre cada detalhe e incorpore à sua alma toda a riqueza e sabedoria que lhe serão proporcionadas. Elas poderão se tornar importantes ferramentas para os seus negócios, para suas actividades. Mas, acima de tudo, farão de você um ser humano mais feliz.
Alencar Burti
Presidente da Associação Comercial de São Paulo e Presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Brasil).
***
Sobre os autores:
David Godorovits é natural de Salvador, na Bahia (Brasil), é pós-graduado em Engenharia Civil, com especialização em Física e Administração de Empresas, e actua na área de suprimentos. Mora no Rio de Janeiro há mais de 50 anos e é membro actuante em quase todas as entidades judaicas da cidade, onde encanta os participantes de suas palestras, prédicas e cursos com pérolas da milenar sabedoria judaica. É membro do conselho editorial da Sêfer e participou decisivamente na edição das obras SALMOS, A ÉTICA DO SINAI, TORÁ e O CAMINHO DOS JUSTOS. É casado com a pedagoga Augusta, pai de 3 filhos e 11 netos.
Silvio Acherboim é natural de São Paulo, é filho e neto de comerciantes que imigraram da Bessarábia. Pós-graduado em Administração de Empresas, MBA em Marketing de Serviços, actua directamente em vendas há 20 anos e é director da SMSª Sales & Marketing Solution, onde, através de histórias e textos, procura motivar pessoas a alcançar as suas metas de vida, pessoais e profissionais. É casado e pai de 3 filhos, que são a sua inspiração para viver e… vender.

NA ESPIRAL DO TEMPO


Uma viagem pelo calendário judaico David Gorodovits, 182 páginas (14x21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-92-7, 2008
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

***
Descreve, comenta e explica as datas e festas do calendário judaico, entremeando as lindas parábolas do autor, que tanto emocionam seus ávidos ouvintes e leitores. As festas e as comemorações nacionais representam os pontos de inserção na história da nação, em seus momentos mais significativos e marcantes, para que não se esqueçam seus caminhos no passado como um indicador de quem somos e dos caminhos para o nosso futuro. As festas e as comemorações religiosas nos inserem na espiritualidade da fé, na comunhão com o Divino, contraponto necessário para dar um sentido à vida que transcende o materialismo do dia-a-dia. As festas e comemorações populares, folclóricas, nos remetem à alegria de uma cultura autêntica, que é ao mesmo tempo a expressão de nossa maneira de viver e de como queremos viver. As festas e comemorações judaicas reúnem, todas e cada uma delas, esses significados, como nos conta David Gorodovits em seu livro Na Espiral do Tempo. Com clareza, leveza, fluência e bom humor, ele nos apresenta a cada uma das comemorações judaicas ao longo do ano, ao longo dos meses, ao longo da semana; explica seu significado, sua raiz histórica, os costumes a elas vinculados, assim como nos dá uma visão humana e humanística de sua repercussão no corpo e na alma, da emoção que elas evocam, da memória que suscitam, das vivências que proporcionam, dos pequenos e grandes aspectos que as cercaram no passado e as criaram como elo entre este passado, o presente e o futuro dos judeus e do povo judeu. Neste livro não só se aprende tudo sobre esses momentos cruciais da história e da religião judaicas, mas aprendemos também como eles repercutem na vida real das pessoas, como seu significado se traduz em vivência, e não só em culto e memória. As histórias e episódios que o autor nos conta com maestria formam um verdadeiro midrash, e os poemas e excertos que ele reúne em torno de temas heróicos ou dramáticos da história são a reverberação da alma judaica que exulta ou que sofre, que resiste ou que festeja, que chora ou que ri. Na espiral do tempo justifica seu nome da primeira à última página. Uma espiral que se enraíza no mais distante passado, há milhares de anos atrás, e nos traz esse passado, transformado em recordação, em comemoração, em vivência ao presente, para que possamos vislumbrar essa espiral nos levando de encontro ao futuro inevitável do povo judeu, que é o do eterno reencontro com si mesmo.Paulo Geiger Sobre o autor: DAVID GORODOVITS, natural de Salvador, na Bahia, é pós-graduado em Engenharia Civil e Engenharia de Segurança, tendo feito vários cursos nas áreas de Administração de Empresas e Física. Actuou nos últimos 25 anos na área de Suprimentos e actualmente é o Director Executivo do Centro de História e Cultura Judaica (CHCJ). Mora no Rio de Janeiro há mais de 50 anos e é membro actuante em quase todas as entidades judaicas da cidade, onde encanta os participantes de suas palestras, prédicas e cursos, com pérolas da milenar sabedoria judaica. É membro do Conselho Editorial da Sêfer e participou decisivamente na edição das obras SALMOS, A ÉTICA DO SINAI, TORÁ, O CAMINHO DOS JUSTOS, NEGÓCIO FECHADO, BÍBLIA HEBRAICA e O QUE É RESPEITAR O SHABAT? É casado com a pedagoga Augusta, pai de 3 filhos, 11 netos e 2 bisnetos.

In Revista Os Meus Livros de Outubro 2007

Link: http://www.judaicaportugal.com/B_BLIA_HEBRAICA_TANACH/p440356_1616444.aspx

In Revista Shalom (Brasil) – Maio de 2007

Link: http://www.judaicaportugal.com/B_BLIA_HEBRAICA_TANACH/p440356_1616444.aspx

Editora brasileira lança Bíblia Hebraica em Portugal


In Público 02.04.2007, Luís Miguel Queirós Link: http://www.judaicaportugal.com/B_BLIA_HEBRAICA_TANACH/p440356_1616444.aspx
Edição acaba de chegar ao mercado português. A obra tem a particularidade de ter sido traduzida directamente dos textos originais hebraicos. A Bíblia Hebraica, lançada no final do ano passado no Brasil, pela editora e livraria Sêfer, está agora disponível no mercado português, onde só tinham aparecido pontualmente alguns exemplares. Para assinalar a distribuição da obra em Portugal, a distribuidora Euroenigma, parceira da Sêfer para a Europa, promoveu na semana passada duas sessões de lançamento, em Lisboa e no Porto, ambas com a presença de Jairo Fridlin, editor da Sêfer e um dos responsáveis por esta tradução, juntamente com David Gorodovits. Esta Bíblia judaica em português tem a particularidade de ter sido directamente traduzida dos textos originais hebraicos, algo que, até agora, só fora feito para a Torá, isto é, para os cinco livros a que os cristãos chamam o Pentateuco. Seria preciso recuar a meados do século XVI e à famosa Bíblia de Ferrara, encomendada por Gracia Nasi, para se encontrar uma versão integral, e mesmo assim não em português, mas em "ladino", um idioma muito próximo do castelhano que os judeus sefarditas levaram para os Balcãs e para a Turquia após terem sido expulsos da Península Ibérica no final do século XV. O conteúdo do Tanach, ou Bíblia hebraica, corresponde sensivelmente ao Antigo Testamento na Bíblia protestante, e está um pouco mais distante do cânone católico, já que este inclui os chamados "livros deuterocanónicos" - Macabeus (I e II), Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico e Baruch -, além de algumas passagens suplementares nos livros de Ester e Daniel, aos quais tanto os judeus como as várias correntes cristãs evangélicas recusam o estatuto de textos escritos sob inspiração divina. Não surpreende, portanto, que na lista de obras consultadas os responsáveis por esta Bíblia Hebraica incluam a tradução seiscentista do português João Ferreira de Almeida, ainda hoje a Bíblia de referência para os evangélicos portugueses e brasileiros, actualmente a ser reeditada pela Assírio & Alvim e pelo Círculo de Leitores, numa versão em oito volumes organizada por José Tolentino Mendonça. As diferenças mais ostensivas dizem respeito à organização dos textos. O Tanach inclui 24 livros - não aceita a divisão de alguns deles em duas partes, como acontece nas Bíblias cristãs -, divididos em três núcleos principais: Torá (Pentateuco), Neviim (Profetas) e Ketuvim (Escritos). O próprio termo Tanach constitui, aliás, um acrónimo elaborado a partir das iniciais destas três designações. Mas se as divergências se resumissem a questões de arrumação, talvez Fridlin não tivesse gasto alguns anos da sua vida a preparar esta tradução. O problema, do ponto de vista dos judeus, é que o credo do tradutor deixa inevitavelmente marcas no seu trabalho. Segundo Fridlin, os estudantes dos primeiros graus das escolas hebraicas no Brasil viam-se obrigados a recorrer a traduções cristãs da Bíblia "e acabavam por ir assimilando conceitos que são próprios do cristianismo". Visão judaica Uma das principais motivações dos responsáveis deste projecto foi a de fornecer uma visão judaica do Tanach, apoiando-se numa longa lista de comentadores das mais diversas épocas. A edição apresenta-se como sendo "baseada no hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas". E, como os comentadores nem sempre estavam de acordo, foi preciso decidir caso a caso. Uma das reservas que tem sido colocada a esta tradução é precisamente a de não explicitar os critérios de escolha entre diversas tradições interpretativas. O objectivo de Fridlin e Gorodovits foi, todavia, o de preparar uma edição acessível e de fácil legibilidade, e daí que tivessem optado por não incluir notas. Esta preocupação levou também, por exemplo, a que fosse adoptado o recurso aos capítulos e versículos, que não existiam nos textos hebraicos originais. Ou que se grafasse o som gutural "rr" com um "h" sublinhado por baixo, ao invés do habitual "ch", para evitar confusões com a fonética portuguesa. Em alguns casos de passagens que poderiam ser mal percebidas pelos leitores de hoje, os tradutores incluíram ainda breves informações contextuais. Para Fridlin, a utilidade desta tradução não se limita aos seus potenciais leitores judeus, mas também aos cristãos, e designadamente aos exegetas e tradutores bíblicos, que terão interesse em "consultar uma fonte judaica".

Lançamento Oficial em Portugal da Bíblia Hebraica (Tanach) – Ladina Tertúlias a 28 de Março de 2007

Link: http://www.judaicaportugal.com/B_BLIA_HEBRAICA_TANACH/p440356_1616444.aspx

Lançamento Oficial em Portugal da Bíblia Hebraica (Tanach) a 27 de Março de 2007

Link: http://www.judaicaportugal.com/B_BLIA_HEBRAICA_TANACH/p440356_1616444.aspx

LANÇAMENTO EM PORTUGAL DA BÍBLIA HEBRAICA (TANACH)

COM A PRESENÇA DE JAIRO FRIDLIN DA EDITORA E LIVRARIA SÊFER
A LIVRARIA JUDAICA DO BRASIL

É com grande orgulho que comunicamos a chegada da Editora e Livraria Sêfer - maior editora de livros Judaicos em Português - a Portugal por intermédio da Euroenigma, Lda.
A Euroenigma será a parceira da Sêfer para a Europa e têm o prazer oficializar esta parceria com o lançamento o lançamento da Bíblia Hebraica (Tanach) mais de 500 anos após o início da Inquisição em Portugal colmatando esta lacuna do mercado.
O lançamento desta tradução inédita para o Português é directamente do Hebraico e à luz do Talmud, das fontes Judaicas e com supervisão Rabínica e contará com a presença especial de Jairo Fridlin (um dos autores e editor desta tradução) e está marcado para os seguintes dias:
- 27 de Março 2007 pelas 18:30 na FNAC do Chiado. Este evento conta com o apoio da FNAC, APEJ (Associação Portuguesa de Estudos Judaicos) e da CIL (Comunidade Israelita de Lisboa)
- 28 de Março de 2007 pelas 22:00 no Clube Literário do Porto. Este evento conta com o apoio da Ladina (Associação de Cultura Sefardita) e do CLP (Clube Literário do Porto).

Breve explicação da obra agora apresentada em Português:
Tanach é um acrónimo utilizado dentro do Judaísmo para denominar o principal conjunto de livros sagrados, sendo esta a designação mais próxima de uma Bíblia Judaica. O conteúdo do Tanach é o original e equivalente ao Antigo Testamento, mas ligeiramente diferente no conteúdo. O Tanach contém a Torá (também conhecida por Chumash, isto é "Os Cinco" e refere-se aos cinco livros também conhecidos como Pentateuco), Neviim (Profetas) e Ketuvim (Escritos). De acordo com a tradição Judaica, o Tanach consiste de 24 livros. A Torá possui 5 livros, o Neviim possui 8 e o Ketuvim 11.
A versão em português da Bíblia Hebraica (Tanach) tem 880 páginas, capa dura de luxo e uma lombada de apenas dois centímetros e meio, porque empregou-se o chamado papel bíblia, cuja folha pesa apenas 44 gramas. O livro é uma obra coletiva. Ele o traduziu junto com David Gorodovits, do Rio, e teve a revisão técnico-religiosa dos rabinos Marcelo Borer, Daniel Touitou e Saul Paves, e dos professores Norma e Ruben Rosenberg, Daniel Presman e Marcel Berditchevsky.
Para mais informações contacte:
Ricardo Afonso (Moreno)
EuroEnigma, Lda
Telemóvel: +351 965324201