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quarta-feira, 15 de maio de 2013

A ARTE DA TESHUVÁ - COM A TRADUÇÃO INTEGRAL DE "LUZES DE RETORNO"

Capinha arte teshuvá
Rabino David Samson e Tsvi Fishman/Rav kook, Editora Sêfer e Bnei Akiva, 384 páginas (16x23 cm, capa dura), ISBN 85-85583-65-7, 2004
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

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Orot Hateshuvá – Com a tradução integral de Luzes de Retorno do Rabino Avraham Yitschac Hacohen Kook
“A Teshuvá é o sentimento mais saudável da alma. Uma alma saudável, em um corpo saudável, inevitavelmente chegará à grande felicidade da Teshuvá, sentindo em si o maior prazer da natureza.”
Luzes de Retorno 5:1
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Rabino Avraham Yitschac HaCohen Kook (1865-1935)
Ainda como menino-prodígio no estudo da Torá na Europa Oriental, o menino Kook exibia grande intelecto, alma e personalidade. Além da maestria conceitual em lei e filosofia judaicas, mergulhou no calor e na mística chassídica. Ansioso pela libertação nacional judaica, o retorno à Terra Santa após dois mil anos , adoptou o hebraico como sua língua no dia-a-dia. O rabino Kook abandonou as proeminentes posiçlões rabínicas e tornou-se de todo coração, rabino de uma pequena comunidade judaica em Iafo, na Terra de Israel. Mais tarde assumiu o posto de Rabino-Chefe de Jerusalém e de primeiro Rabino-Chefe da Terra de Israel. Fundou a maior academia rabínica de Israel, Ieshivat Mercaz Harav, com a qual cumpriu seu sonho de formar jovens líderes profundamente religiosos, com grande actuação nos assuntos humanos e que se sentem parte integrante de sua nação. O rabino Kook é considerado um pensador moderno original e destacado que mistura psicologia, sociologia e religião em uma visão de mundo unificada e abrangente.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

ALÉM DO ESPELHO

Capinha alem do espelho
Gina Manolson, Editora Sêfer, 104 páginas (14x21 cm, brochura), ISBN 85-85583-39-8, 2002
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

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Além do Espelho - Um Enfoque Actual sobre Tsniut
Se você acha que Tsniut – termo judaico, em geral traduzido por “discrição” – significa somente:
•Regras e preceitos relacionados ao vestuário.
•Um tema dirigido exclusivamente às mulheres.
•Algo cujo propósito principal é manter a cabeça dos homens em seu devido lugar.
Este livro certamente vai mexer com você.
A Tsniut é para ambos, homens e mulheres.
Começa quando você se vê sob uma luz diferente. E, pouco a pouco, pode mudar profundamente a sua vida, mostrando-lhe como chegar ao mais íntimo do seu ser.
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Cada geração tem os seus próprios desafios, seus testes específicos, sua missão a vencer. Qual será a nossa?
Será que a nossa forma de nos vestir e de nos expormos ao mundo não é um assunto particular de cada um?
Como cidadãos do mundo moderno, somos educados, desde a infância, a quebrar as barreiras entre nós e o mundo exterior, a revelar tudo, com a finalidade de atrair as atenções e sermos abertos em todas as áreas.
Mas será que não nos esquecemos de abrir o caminho ao nosso próprio espaço interior? Ainda existe espaço reservado para nós mesmos? Recato e privacidade são palavras obsoletas?
Conseguir viver uma vida plena, que proporcione harmonia entre o interior e o exterior, é o nosso desafio.
Abordando inúmeras questões – do código de leis da Torá à psicologia humana, de perguntas polémicas a pontos de vista inovadores - , este livro entrega-nos a “Tsniut” (que pode ser descrita por discrição) como a chave que abre caminhos para manter a integridade do povo judeu no mundo moderno, e revela que o “sucesso” se encontra onde menos esperamos.
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Uma visão reveladora sobre a “Tsniut”. “Além do Espelho faz com que vejamos na discrição, no recato, não somente regras e leis, mas uma forma de viver. Abre um canal para que o nosso íntimo possa ver o mundo de forma compatível com nossa essência, libertando-nos de aparências e do superficial.”
Rabino Raphael Shammah
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Sobre a Autora:
Gina Manolson (née Marilyn Fisch) nasceu e cresceu no nordeste dos EUA, graduando-se com louvor em música pela Universidade de Yale. Estudou mais tarde na Neve Yerushalayim College for Women, passando a viver em Jerusalém. Por cinco anos foi supervisora residente do Heritage House, um albergue da juventude judaico na cidade velha. Deu aulas no programa Discovery, da Jerusalem Fellowships; no programa para alunos estrangeiros da Michlalah Jerusalem College for Women; no Beit Midrash Program, da universidade Hebraica de Jerusalém; e em outros lugares. Actualmente é professora do Isralight Institute. É também a autora de  The Magic Touch; A Candid Look at the Jewish Approach to Relationships.

domingo, 5 de maio de 2013

JUNTOS... UM SÓ POVO

Capinha juntos
Shlomo Carlebach, Editora Sêfer, 184 páginas (14x21 cm, brochura), ISBN 85-85583-68-1, 2004
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

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Contos
Na Hagadá de Pêssach dizemos: “Conta-me que, em certa noite de Pêssach, estavam reunidos cinco dos maiores sábios de Israel, em Benê Berac: Rabi Eliézer, Rabi Iehoshúa, Rabi Elazar bem Azaria, Rabi Akiva e Rabi Tarfon, e contavam histórias… a noite toda”. Eu e certamente vocês também, como fazem todos os bons judeus, questionamos como se deve educar as crianças. É lógico, com muito estudo ― “contavam histórias… a noite toda”. A educação começa com histórias. SOMENTE COM HISTÓRIAS. Rabino Shlomo Carlebach
Por tudo, seja exaltado, santificado, louvado, glorificado, elevado e engrandecido o Nome do Rei dos reis, o Santíssimo, bendito seja Ele, em todos os mundos que criou, neste mundo e no mundo vindouro, conforme Seu desejo, e o desejo dos que O veneram, e o desejo de toda a Casa de Israel. Rochedo de todos os mundos, Senhor de todas as criaturas, Deus de todas as almas, que sentas na plenitude das Alturas, que habitas os Céus, que Sua santidade está sobre as criaturas e o Trono da Glória.
Portanto, santificas o Teu Nome em nós, Eterno, nosso Deus, diante d todo ser vivo, e diremos diante de Ti um canto novo, como está escrito: “Cantai a Deus, cantei louvores ao Seu Nome; exaltai Aquele que monta nos Céus, com Seu Nome lá, e exultei diante Dele”.
E veremos com nossos próprios olhos ao voltar à Sua Morada, como está escrito: “Porque com seus próprios olhos verão quando o Eterno voltar a Tsión”. E foi dito: “A glória do Eterno se revelará, e toda criatura juntamente a verá; pois o Eterno sentenciou assim”.
Oração recitada após a retirada da Torá da Arca Sagrada no Shabat e dias festivos.
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Sobre o autor:
O Rabino Shlomo Carlebach nasceu na Alemanha em 1925. Ainda jovem, mudou-se para os Estados Unidos, onde estudou em yeshivot e foi considerado um prodígio. Foi discípulo do Sábio Rabino Aharon Kotler ZT”L (abençoada seja a memória desse justo!) e do ilustre mestre, o Rebe de Lubavitch ZT”L.
Ocupou-se todos os dias de sua vida com a aproximação das almas ―  entre o homem e seu semelhante; entre marido e mulher; e entre o Povo de Israel e Deus. Destacou-se especialmente pela sua habilidade de penetrar no âmago do coração e da alma de seus ouvintes, revelando-lhes a luz da Torá e do judaísmo.
Gostava das pessoas e buscava aproximá-las da Torá. Em suas palestras, costumava entremear ensinamentos bíblicos como histórias sobre figuras judaicas eminentes, bem como sobre judeus simples e humildes, com numerosas boas acções.
Contava suas histórias, cheias de encanto, profundidade e sabedoria de vida de forma agradável e prazerosa, que conquistava o coração de todos os que as ouviam. Todas as vezes que visitou o Brasil empolgou a plateia com seu carisma e devoção. Neste livro foram transcritas algumas das suas melhores histórias, mantendo-se seu estilo vivo e fluente. O Rabino Shlomo Carlebach faleceu em 1994, sendo enterrado na cidade santa de Jerusalém.
“Em sua boca estava um ensinamento verdadeiro,
Em seus lábios não se encontrava injustiça;
Em paz e retidão caminhava comigo,
E fazia retornar a muitos da iniquidade.”
(Malaquias 2:6)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

ASSIM NASCEU ISRAEL

Assim Nasceu Israel
Jorge García Granados, Editora Sêfer, 328 páginas (16x23 cm, flexível), ISBN 978-85-85583-91-0, 2008
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

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Assim Nasceu Israel – Nos Bastidores da ONU: a votação que levou à criação do Estado Judeu
Este livro é o primeiro relatório detalhado, feito por uma testemunha que viveu o que a Comissão Especial das Nações Unidas para Palestina (UNSCOP) encontrou na Terra Santa, como se decidiu em favor da partilha e como nasceu Israel.
Além disso, é esta também primeira revelação franca do que ocorreu por trás dos augustos portais das Nações Unidas em todo o processo. Conta como funciona a Assembleia Geral; como, por meio de acordos, se elegiam as comissões especiais; como algumas personalidades dirigem e modelam a política de uma nação; como as grandes potências pressionaram e contra pressionaram os seus satélites antes da proclamação da independência de Israel, em 15 de maio de 1948.
O autor, Jorge García Granados, como chefe da delegação guatemalteca perante as Nações Unidas, foi designado para a Comissão Especial desse organismo para a Palestina, designação que acolheu com simpatia e calor. Permaneceu vários meses na Palestina com a Comissão, entrevistando os ingleses e reunindo-se em segredo com representantes do movimento subterrâneo judeu, com membros da Haganá e com as diversas facções árabes. Conversou com prisioneiros políticos, com motoristas, com operários, com colonos, assim como com funcionários de todo tipo. Foi à Palestina com total imparcialidade e isenção e saiu dali plenamente convencido da justiça da partilha. Em cumprimento de suas tarefas, visitou os campos de refugiados deslocados da Europa. Depois, retornou a Lake Success, então sede da ONU, para lutar por decisões transcendentais.
Com profunda humanidade e sensibilidade, e com o enfoque de um latino-americano que, segundo suas próprias palavras, "é de um país de dores", García Granados narra neste livro apaixonante o que viu e o que ouviu. Não foi só o jogo duplo, a opressão e a intriga: também o idealismo, a determinação e as proezas presenciadas que foram a causa desta primeira história informal da gênese de Israel.
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Prefácio à Edição Brasileira:
Este livro é desconhecido da grande maioria do público de língua portuguesa, e seu autor, Jorge García Granados, um jornalista, advogado e diplomata guatemalteco, é pouco mencionado até mesmo nas comunidades judaicas e em Israel, que têm com ele uma dívida de gratidão por sua luta em prol da partilha da Palestina. Ele ajudou a abrir caminho para o nascimento de Israel.
Granados sofreu desde jovem a ditadura e o despotismo em seu país. Por defender a liberdade, foi preso e desterrado. No entanto, isso só fez aumentar seu apego às causas em que acreditava e moldou nele um espírito corajoso que jamais se dobrava aos poderosos. Era uma personalidade ímpar, sempre dedicado à justiça. Quis o destino que fosse o representante da Guatemala na Organização das Nações Unidas (ONU) quando os ingleses resolveram levar o problema da Palestina àquela instituição mundial.
Indicado para integrar a UNSCOP, a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina, foi para o Oriente Médio com a imparcialidades que o caracterizou por toda a vida. Depois de meses conversando com pessoas de todo o tipo, visitando kibutzim e constatando os “milagres” que os judeus faziam ao transformarem desertos em áreas cultiváveis, em meio a condições extremas do clima, sofrendo o desdém dos britânicos que detinham o Mandato e sangrentos ataques das incitadas turbas árabes, Granados deixou a Palestina convencido da necessidade e da justiça da partilha, tornando-se, então, um dos seus grandes e mais forte arautos na ONU. Ele ainda foi à Europa e percorreu, entre sensibilizado e indignado, os campos onde viviam em estado de completa miséria judeus refugiados e deslocados, que não podiam imigrar para a Palestina nem voltar aos seus países de origem.
Trata-se de uma obra importantíssima, não só para nós judeus como para os não-judeus que se interessam pela questão do Médio Oriente. O relato de Granados, é um documento valioso para a compreensão do tema e um testemunho notável para a história, especialmente deste caso tão manipulado por aqueles que nunca se conformaram com a Independência de Israel. Suas páginas nos apresentam argumentos e fatos históricos paticamente inéditos e tão fortes, ainda desconhecidos do grande público, que acrescentam novas e irrefutáveis provas do direito judaico à Palestina.
É lamentável que, por mais de 60 anos, este livros, que só existia em inglês, espanhol e hebraico, tenha ficado inacessível ao leitor de língua portuguesa. Agora, este poderá conhecer mais a fundo as inúmeras facetas tratadas nesta obra, como, por exemplo, a fragilidade das reclamações árabes: Granados capta um dos motivos pelos quais eles nunca aceitaram o Estado Judeu – “Israel fere a dignidade nacional dos árabes” – ou, ainda, detalhes interessantes sobre a Declaração de Balfour e em que circunstâncias  ela foi elaborada e entregue; e todo o histórico da Liga das Nações ao conceder o mandato que a Inglaterra se encarregasse de criar o Lar Nacional Judaico e como ela se desviou disso por interesses políticos próprios.
O autor descreve também sua indignação com o brutal regime policial dos britânicos, a opressão, as injustiças e os tribunais ditatoriais que os ingleses impuseram aos judeus. Em determinado ponto de seu relato, chega a dizer que a atitude dos ingleses – sempre considerados paladinos do humanitarismo e da não-violência – era muito pior que a dos despóticos ditadores latino-americanos da época.
Há também um comovente testemunho sobre o célebre episódio do navio Exodus, relatado pelo diplomata que o ouviu de um não-judeu norte-americano, um reverendo que foi tripulante voluntário no transporte de imigrantes ilegais para a Palestina. O que se passou nos bastidores das comissões, subcomissões e Assembleia Geral da ONU é outro tema abordado com detalhes, que mostram como eram feitos os acordos entre os países para decidir questões na ONU, as pressões e as manipulações dos votos, especialmente as tentativas dos países árabes em impedir, a todo custo, que a partilha prosperasse e fosse aprovada pela maioria dos países do mundo.
Não menos importante é a corajosa revelação – surpresa para muita gente – de que os Estados Unidos nem sempre foram favoráveis à criação de Israel, chegando a ameaçar com sanções a então iminente jovem nação. O Estados Unidos foram o primeiro país do mundo a reconhecer a independência de Israel, mas fizeram de tudo para impedir que ele nascesse no dia 15 de Maio de 1948 e, além disso, tentaram, seguindo o caminho do apaziguamento, propor a revogação da partilha e criar um fideicomisso após a retirada das tropas britânicas – tudo para agradar os árabes e não ferir seus interesses petroleiros no Médio Oriente.
Este livro, agora em português, é uma homenagem à memória de um dos maiores democratas da América Latina: o seu autor, Jorge García Granados.
Os tradutores: Sara Schulman e Szyja Ber Lorber

sábado, 6 de abril de 2013

O QUE É RESPEITAR O SHABAT?

O Que é Respeitar o Shabat
Daian Dr. Isidor Grunfeld, Editora Sêfer, 104 páginas (16x23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-80-4, 2008

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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O que é Respeitar o Shabat? – Um guia para seu cumprimento e compreensão
Este livro foi escrito inicialmente há cerca de 50 anos. A presente edição foi revista e ampliada para atender ao estilo e às normas do século 21. Nele, foram incluídas histórias da nossa literatura, para mostrar como os princípios apresentados aqui afetaram a vida dos judeus em todas as eras.
Este singelo livro foi a estreia literária do Daian Grunfeld. Ele foi considerado "a melhor exposição disponível em inglês sobre o Shabat", sendo traduzido para vários idiomas, inclusive para o hebraico sob o título de Mataná Guenuzá, e agora é publicado também em português, numa tradução de David Gorodovits, que também assina o posfácio, e ricamente ilustrado por Ivo Minkovicius.
A particularidade deste livro sobre todos os outros que dissertam sobre o Shabat é que ele destaca seu significado haláchico, demonstrando que a abstenção de melachá ("atividade") em qualquer de suas ramificações é o coração pulsante e o núcleo de sua observância. Esse é um aspecto do Shabat judaico classificado frequentemente pelos ignorantes como "uma ênfase sem sentido sobre detalhes triviais".
Com muita profundidade, o Rabino Hirsch apresentou um conceito majestoso sobre issur melachá, a proibição de executar determinadas atividades. Ele a explica como sendo a abstenção de toda atividade criativa por um dia em cada sete, o que, por meio dessa atitude, presta um testemunho eloquente da necessidade de vivermos no mundo do Criador como uma de suas criaturas e de usar toda a potencialidade humana a Seu serviço.
Esse conceito, tão bem apresentado neste livro, deve pôr um fim a esse tipo de incompreensão de uma vez por todas. Seguramente, alguém que tenha lido esta obra não poderá, honestamente, voltar a argumentar que, por exemplo, a lei do Shabat contra acender fogo aplicava-se apenas na época em que isso envolvia o árduo trabalho de atritar pesadas pedras...
O quarto de século decorrido desde o lançamento deste livro, durante o qual houve uma crescente desumanização e despersonalização do ser humano, assim como uma grave erosão dos padrões morais, serviu apenas para reforçar a mensagem com a qual o Daian Grunfeld estava tão apaixonadamente comprometido - a eterna relevância das leis da Torá, especialmente aquelas referentes ao Shabat, e a regeneração espiritual do povo judeu e de toda a humanidade.
Rabino Aryeh Carmell
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Sobre o autor:
O Daian (juiz rabínico) Isidor (Ishai) Grunfeld (1900-1975), que atuava no tribunal do Rabinato-Chefe da Grã-Bretanha, era advogado, um líder comunitário, educador e escritor prolífico, além de, acima de tudo, um ardente seguidor do Rabino Samson Raphael Hirsch (1808-1888).
Ele dedicou toda a sua vida à interpretação das ideias e dos trabalhos de seu mestre, tornando-os acessíveis à nossa geração. Foi um advogado eloquente da aplicação dos pontos de vista “Hirschianos” aos problemas correntes do século 20. Herdou do Rabino Hirsch a amplitude de visão que o imortalizou. Ele tinha amplo conhecimento das correntes do pensamento secular e considerava bem-vinda cada oportunidade que se lhe deparava para demonstrar a relevância da Torá na solução dos problemas mais complexos da humanidade.
Ele lutou conta a mentalidade estreita do shtiebel (pequenas casas de oração características das cidadezinhas da Europa) que consideravam que a posse e o interesse da Torá eram apanágio apenas de uma pequena porção do povo. Entretanto, manteve-se sempre em bons termos com os participantes desses círculos, conquistando sua admiração, afeto e respeito.
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ÍNDICE
Introdução à 5ª Edição em Inglês
In Memoriam ao autor
In Memoriam ao editor
Prefácio do Autor
Capítulo 1 - O ESPÍRITO DO SHABAT
O significado do Shabat
O Shabat e a vida
Capítulo 2 - O CONCEITO DE MELACHÁ
O que é melachá?
A idéia contida no conceito de melachá
Classificação por objetivos
Significado especial de "transportar"
Capítulo 3 - OBSERVÂNCIA DO SHABAT NA PRÁTICA
Salvaguardas do Shabat
Visão prática das categorias de melachá
Trabalho executado por um não-judeu
Doenças no Shabat
Descanso dos animais
Capítulo 4 - A CELEBRAÇÃO DO SHABAT
1. O espírito de Menuchá
2. Recebendo o Shabat
3. As velas do Shabat
4. O início do Shabat
5. A santificação (Kidush)
6. Os dois pães do Shabat
7. A alegria do Shabat
8. A despedida do Shabat (Havdalá)
9. Atividades no Shabat e nos dias de semana
10. Viagens durante o Shabat
11. As crianças e o Shabat
Capítulo 5 - O SHABAT E O MUNDO MODERNO
1. Os aspectos econômicos da observância do Shabat
2. O Shabat e o Estado de Israel
Posfácio à Edição Brasileira
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Assista a uma verdadeira "aula" de judaísmo sobre o SHABAT no Youtube com David Gorodovits no link abaixo (copie e cole no Explorer):
http://www.youtube.com:80/watch?v=dL73mu7WjSE

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O CUZARÍ

O Cuzarí
Rabino Iehudá Halevi, Editora Sêfer, 440 páginas (12x17 cm, capa dura), ISBN 978-85-7931-006-5, 2003 (2010 – 2ª Edição Revista e Ampliada)

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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O Cuzarí – Edição Ampliada
Um tributo de amor ao Deus de Abrahão e a Tsión, a Terra de Israel, O Cuzarí, obra-prima da literatura clássica judaica, é fruto do coração sensível e da mente privilegiada do Rabino Iehudá Halevi, erudito da Torá que viveu na conturbada Espanha do século XI. Suas palavras, como se escritas a ferro e fogo, desafiaram o tempo e atravessaram incólumes séculos de perseguições, opressão e violência.
O Cuzarí é um livro que reúne intelecto e emoção, moral e história. Mas, acima de tudo, é um livro sobre a essência da Emuna, a Fé em seu sentido mais amplo. Ele nos ensina que não basta entender ou sentir o judaísmo. Fundamental é vivê-lo gloriosamente, em toda sua plenitude.
Nova edição, ampliada com quadros que sintetizam alguns dos tópicos mais importantes da obra.

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“O Cuzarí é um livro santo e puro. Os princípios da fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo.”
Gaon de Vilna
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Prólogo: O Sábio-Amigo
Já se passaram novecentos anos desde que esta maravilhosa obra, o Sêfer Hacuzarí, foi escrita, e ela continua a ser um livro básico para o estudo dos fundamentos da fé judaica e da Torá de Israel.
O Chidá (Rabino Chaim David Azulay), em seu livro “O Nome dos Grandes (Sábios) de Israel”, descreve o Rabino Iehudá Halevi como “um poeta magnânimo, que proclamava a sua poesia com total fervor frente a Deus... com expressão cândida e prosa doce como o mel, fala cristalina e aconchegante”. Muitas de suas poesias foram copiadas para o livro judaico de orações. Sua maravilhosa poesia Tsión Halo Tishalí, um cântico de saudades profundas pela Terra de Israel, encerra as lamentações de Tishá be Av. Não conheço em toda a nossa literatura uma poesia tão marcante de saudades por nossa terra.
No livro “O Cuzarí”, ele protesta contra o desleixo dos judeus da Diáspora em tentar ascender à Terra de Israel, povoá-la e reerguê-la dos escombros, tanto no passado, durante o período do Segundo Templo, quanto em sua época (e mesmo agora, na nossa). A lenda popular descreve as circunstâncias de sua trágica morte logo ao chegar na sua amada pátria ancestral. Conta a tradição, que o rabino Iehudá Halevi pôs-se de pé no convés do navio que o trazia de volta a Israel, enquanto este se aproximava do porto de Jaffa, esperando com grande ansiedade o momento de descer à terra. Logo ao chegar ao solo santo, pulou do navio e deitou-se no chão, beijando e abraçando sua areia e e suas pedras. Assim fizeram também os grandes sábios de Israel que o precederam, como o Rabi Abahu e o Rabi Chia bar Gamada (Talmud, Ketubót 112). Um árabe que passava por ali, montado em seu cavalo e sem compreender a cena, pensou que o rabino estava louco. Com muita raiva, subiu sobre ele com o seu cavalo, pisoteando-o até à morte.
O Gaon de Vilna despertou e estimulou seus discípulos a estudarem “O Cuzarí”, “um livro santo e puro, cujos princípios de fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo” (Tosséfet Maassê Rav, parágrafo 15).
Um detalhe curioso e peculiar do livro é a forma como o rabino é designado. Ele não chamado de “rabino” e nem mesmo de “sábio” ou “Gaon”, e sim por um termo cujo significado é especial em hebraico e árabe e que não pode ser plenamente traduzido para outros idiomas. Quem lês esta obra em idioma estrangeiro perde muito de seu significado, devido às nuances da linguagem do autor.
Neste livro, o judeu é chamado de Chaver, “amigo”, cujo significado em hebraico é duplo. Na linguagem falada em nossos dias, quer dizer “colega”, “companheiro”. O mesmo se dá no Pirkê Avot (1:6): “Adquire um amigo.” Não obstante, esta palavra tem um significado adicional no hebraico original: na época dos sábios da Mishná, os grandes eruditos em Torá e minuciosos no cumprimento das mitsvót eram chamados de Chaverím (Mishná, Demai 2,3). O Chaver (“amigo”) é um mestre, conselheiro e orientador (ver o Rashi em Gênesis 45:8, com referencia a José, quando o Faraó o nomeou chefe de governo). Chéver é um dos nomes de Moisés, pois ele conectava o povo de Israel com seu Pai Celestial (Talmud, Meguilá 13).
Esta duplicidade idiomática foi bem empregue no livro “O Cuzarí”. As respostas ao rei não foram dadas por um erudito ou académico, enclausurado em sua torre do saber, ou por um génio totalmente distanciado da compreensão das pessoas simples. O sábio judeu, mesmo extremamente versado nos assuntos da Torá, soube falar ao seu interlocutor de modo amistoso e caridoso. As respostas foram dadas “ao nível dos olhos”, podendo ser compreendidas por qualquer um de nós. Deste modo, é mais fácil “amigar-se” com o texto, entendê-lo e aceitá-lo. Não se trata de uma palestra ou aula, mas, sim, de um colóquio ameno e objectivo entre duas pessoas muito próximas espiritualmente uma da outra.
Na tradução do texto ao português, não há como manter o significado mais amplo da palavra Chaver, daí a opção pelo termo “Sábio”. Não obstante, a lembrança do Rabino Iehudá Halevi nos lábio de todos aqueles que estudarem e abraçarem seus ensinamentos, será sempre a do “amigo-sábio”.
Rabino Moshe I. Bergman – Soc. Beneficiente Cultural Bnei Akiva de São Paulo

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A ÉTICA DO SINAI

A Ética do Sinai
Irving M. Bunim, Editora Sêfer, 544 páginas (21x28 cm, brochura), ISBN 85-85583-512-6, 1998 – 4ª edição de 2009

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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A Ética do Sinai – Ensinamentos dos Sábios do Talmud
“Vivemos numa época em que o ensinamento ético é considerado ultrapassado; uma época em que o castigo, a advertência e a crítica moral construtiva são considerados de mau gosto; onde o autoquestionamento e a busca do aperfeiçoamento religioso são vistos como ofensivos. Nada poderia ser mais contrário à abordagem do judaísmo. Se nosso propósito fundamental na travessia da vida é buscar o desenvolvimento e o crescimento pessoal através da ética e da moral, é vital que possamos aprender e ensinar seus princípios e fundamentos. Somente assim chegaremos a alcançar o aperfeiçoamento de nossa espiritualidade. Este é precisamente o objectivo do trabalho que você tem nas mãos. Nele, cada um dos ensinamentos dos sábios do Talmud é interpretado e explicado demoradamente, de diversas maneiras, para que a compreensão se dê da forma mais completa possível.”
da Introdução do Autor
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Hilel dizia:
Se eu não for por mim, quem será por mim?
Mas se eu for só por mim, o que sou eu?
E se não for agora, quando?
Capítulo I: Mishná 14
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“Aquele que deseja tornar-se piedoso, que cumpra os ensinamentos de Avót.”
A frase acima, dita por Raba, um dos maiores estudiosos do Talmud de todos os tempos, sintetiza a suprema importância que Pirquê Avót, a Ética dos Pais, tem para o judaísmo.
O livro que você tem nas mãos traz, comentados e explicados um a um, em detalhes, os capítulos que compõem este breve e precioso tratado talmúdico. Raba não teria sido o único a exaltar-lhe à riqueza. Para muitos, Pirkê Avót contém a essência da Torá e do judaísmo.
A Ética do Pais aplica o código ético e moral da Torá à vida quotidiana, e é justamente nessa transposição, do erudito ao popular, do complexo ao compreensível, que encontra-se a essência de sua grandeza. A vida à luz das lições de Avót é uma vida à luz de Deus.
Os textos de A Ética do Sinai nasceram das brilhantes conferencias sobre Pirkê Avót feitas ao longo de 40 anos por Irving M. Bunim, um dos expoentes do judaísmo ortodoxo norte-americano deste século. Bunim foi um grande estudioso, um homem de negócios excepcional, uma figura humana de raras proporções. Mas, ao transmitir a centenas de milhares de pessoas, com humildade, humor, fervor e profunda sabedoria as lições de Pirkê Avót, actividade que tornou-se sua profissão de fé, elevou o espírito e ampliou os horizontes de nada menos do que duas gerações de judeus norte-americanos.
A Editora Sêfer sente-se honrada pelo privilégio de trazer ao público de língua portuguesa esta obra inigualável, de valor reconhecido em todo o mundo. Esperamos que você desfrute da leitura.
***
Durante muitos anos esperei por uma tradução comentada do Pirkê Avót em português e saudei, com grande alegria, o lançamento de A Ética do Sinai pela Editora Sêfer.
O tratado Pirkê Avót é o mais importante conjunto de ditos de natureza ética conservado pelos sábios judeus durante muitos séculos. É um grande guia de vida. Um justo pode ser definido pelas suas palavras.
Por isso, esta não é uma obra de leitura obrigatória apenas para a comunidade judaica, mas para todos os homens e mulheres de bem que querem estar aos pés da Sabedoria.
Prof. João Bosco Lodi
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Sobre o autor:
Irving M. Bunim nasceu em 1901, em Volozhin, na Lituânia, uma cidade famosa em todo o mundo judaico pela excelência de sua Ieshivá, o seminário rabínico Êts Chayim.
Quando imigrou com a família para os Estados Unidos, aos 9 anos de idade, Bunim trouxe consigo as palavras de seu mestre, o chefe da ieshivá de Volozhin, que lhe ordenou “construir a Torá na América”.
Foi exactamente o que fez. Ainda muito jovem, teve o discernimento necessário para perceber quão fácil seria aos jovens judeus das primeiras levas migratórias deixarem-se assimilar por uma cultura emergente como a cultura norte-americana dos anos 20. Sua resposta foi criar um movimento ortodoxo destinado a trazer estes jovens de volta a casa, de volta ao judaísmo. Assim nasceu a sinagoga Young Israel, sede de um abrangente trabalho religioso e social que começou no Lower East Side nova iorquino. Um dos traços mais marcantes da personalidade e da conduta de Irving M. Bunim foi a sua generosidade. Viveu de acordo com os princípios mais elevados da Tsedacá, o mandamento judaico de ajudar ao próximo. Mas a tónica de sua Tsedacá sempre foi, comprovadamente, a bondade – Chessed, em hebraico, um ingrediente sem o qual o ato de estender a mão a quem precisa perde grande parte de seu sentido. Durante a perseguição nazista aos judeus da Europa, Irving M. Buning não mediu esforços para salvar o maior número possível de vidas. Organizou, ao lado do ilustre rabino Aaron Kotler, um comité de resgate que efectivamente conseguiu ampliar as cotas de imigração abertas para judeus pelos Estados Unidos, livrando da morte dezenas de milhares de pessoas. Foi um incansável propagador dos horrores que estavam sendo cometidos por Hitler numa época em que governos de todo o mundo livre, inclusive o dos Estados Unidos, preferiam fechar os olhos às atrocidades. Da mente e, sobretudo, do coração deste grande homem nasceram as ideias, percepções e ensinamentos que você, caro leitor, está prestes a conhecer.

SE DEUS É BOM, POR QUE O MUNDO É TÃO RUIM?

Capinha se

Rabino Benjamin Blech, Editora Sêfer, 224 páginas (14x21 cm), ISBN 85-85583-75-4, 2006
Link: 
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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Nestes tempos turbulentos, as pessoas fazem perguntas muito difíceis sobre Deus e sobre a fé…
  • Por que Deus permite que a doença e o mal existam?
  • Se eu sofro, isto significa que eu mereço este sofrimento?
  • Por que pessoas inocentes especialmente as crianças morrem tragicamente?
  • Deus intervém em tempos de dificuldade?
  • Como explicar o Holocausto?
  • Quem realmente dirige o mundo – Deus ou o ser humano?
  • De que adianta rezar para Deus?
O rabino Benjamin Blech – autor de “O Mais Completo guia sobre Judaísmo” – admite: as respostas a essas perguntas não são simples. Não há uma explicação única que sirva para tudo. Na verdade, não apenas há muitas respostas, como, em situações diferentes podem ser aplicadas diversas explicações.
Esta análise fascinante da sabedoria judaica sobre o tema do sofrimento é fruto de milhares de anos de debate, exame e discussão. A sabedoria judaica ensina que há respostas ricas e inspiradoras à derradeira pergunta: Se Deus é bom, por que o mundo é tão ruim?
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“Continua onde o clássico de Harold Kushner Quando Coisas Ruins Acontecem às Pessoas Boas termina…”Publishers Weekly
“Benjamin Blech recoloca Deus no Seu devido lugar – no assento de motorista dos eventos humanos. Isto levanta todo o tipo de perguntas fascinantes que o rabino Blech responde com clareza e sabedoria. Ao analisar séculos de ensinamentos judaicos, o rabino Blech nos deus um livro que conforta e inspira.”  Ari L. Goldman, escritor
“O rabino Benjamin Blech merece reconhecimento como um sábio do século 21 – acolhedor, inteligente, espirituoso, autor de inúmeras reflexões e, no final de contas, inspirador. Esse seu novo e maravilhoso livro é aumentado por seu retrospecto rico e fenomenalmente variado, como também por um estilo de prosa lúcido, forte e cativante. Em resumo, todo leitor – judeu ou não-judeu, religioso ou céptico – irá se sentir enriquecido por uma obra que aumenta a nossa compreensão e envolvimento com algumas das questões mais persistentes e importantes da vida.” Michael Medved, radialista
“O rabino Blech apresenta um novo livro revolucionário que irá literalmente mudar o modo como lidamos com os mais difíceis obstáculos. Neste, ele fornece respostas originais e inovadoras para os mais intrigantes problemas do ser humano. Leitura obrigatória para qualquer um que já contemplou os complexos temas da vida e da morte.” Jewsweek Magazine
“A nossa é uma geração na qual muitos de nós temos que lutar com traumas de natureza pessoal e global. O mais recente livro do rabino Benjamin Blech é uma leitura importante para aqueles que procuram reflexão e entendimento.”Esther Jungreis, escritora
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Sobre o Autor:
“…um mestre bíblico.”  David Sacks, escritor vencedor do Prémio Emmy
“O rabino Benjamin Blech é um respeitado membro da yeshiva University e um articulado observador da natureza humana…”  Norman Lamm, Ph.D., ex-presidente da Yeshiva University, EUA
“…um líder espiritual inspirador--- e uma grande professor…” Rabino Emanuel Rackman, presidente da Universidade Bar-Ilan, Israel
“O rabino Blech tem… uma capacidade única de comunicar a sabedoria dos nossos grandes mestres e transformá-la em aplicação prática para a nossa vida quotidiana!” Morris Smith
Rabino Benjamin Blech é um educador, líder religioso, escritor e um orador conhecido nos Estados Unidos e Internacionalmente. Ele é professor associado da Yeshiva University e rabino emérito da Congregação Young Israel of Oceanside, em Nova York. Aparece com frequência em canais de TV norte-americanos e escreve para jornais e revistas como Newsweek The New York Times. Seu sítio na internet é www.benjaminblech.com.

terça-feira, 2 de abril de 2013

A ARTE DA ALEGRIA


Rabino Hadar Iehudá Margolin, Editora Sêfer, 303 páginas (14x21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-84-2, 2007

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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Bessimchá Uvtuv Levav
"O homem de fé sente que Deus é um Pai misericordioso, que cuida e protege, que lhe faz o bem e não o deixa tropeçar. Mais ainda, tudo o que acontece na vida do homem toma um sentido de "isto também é para o bem" e de "tudo o que vem dos Céus é para o bem". Ou seja, todas as acções de Deus são direccionadas para o bem, independentemente de como o homem o compreende e sente-o. Assim sendo, qualquer acontecimento que nos é enviado dos Céus é o maior e mais merecido bem. Portanto, que motivo pode haver para preocupação e tristeza?"
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"A alegria não está sob controle total da pessoa. Os sentimentos do coração não são como as mãos e os pés, que são controlados e subordinados às instruções do cérebro. Os sentimentos têm as suas próprias regras. Às vezes, tem-se a impressão que não é qualquer um que cconsegue estar imerso em alegria. Parece que a alegria é algo que chega quando está tudo bem, mas, quando há problemas, a pessoa já não consegue ficar alegre, pois isto está além do seu controle.
Isto é certamente um erro!
Se fomos comandados pela Torá a estar imersos em alegria – ou seja, isto é uma mitsvá" -, então certamente temos a força e a habilidade para cumpri-la. Este é o objectivo do livro A Arte da Alegria: demonstrar como a pessoa pode alcançar a legria e como fortalecer a pessoa que procura pela alegria, direccionando-a no caminho que a fará chegar a essa meta tão sublime."
Rabino Hadar Iehudá Margolin - Jerusalém
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"É sabido que a alegria sentida ao cumprir-se uma mitsvá é uma mitsvá por si só. E, assim como a mitsvá é um serviço a Deus, bendito seja, a alegria também é chamada de serviço, como está escrito:"Por não teres servido ao Eterno, teu Deus, com alegria e contentamento"; e é por isso que está escrito "Sirvam ao Eterno com alegria" (Salmos 100:2) - querendo dizer que a alegria é o serviço Divino completo."
Rabênu Bacheiê

MEDICINA, JUDAÍSMO E HUMANISMO


Auro del Giglio, Editora Sêfer, 121 páginas (16x23 cm, brochura), ISBN 85-85583-69-X, 2004

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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"O livro do Professor Auro del Giglio é de uma clareza cristalina, não faz críticas ao status quo. Analisa, com prudência e elegância, as causas da actual relação médico-paciente. Trazendo para o leitor conceitos e citações filosóficas numa linguagem fácil e agradável, que nos enche de esperança de que, um dia, voltaremos a ser mais humanos.
…Enfim, poderemos dizer, com certeza, que este livro atingirá seus objectivos e o leitor terá a satisfação de rever conceitos relevantes do dia-a-dia da prática médica, assim como a oportunidade de identificar a genial figura médica e humanista do autor."
Prof. Dr. Abraham Pfeferman
Professor Adjunto de Clínica Médica e Cardiologia da Escola paulista de medicina/UNIFESP, e cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein
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Sobre o Autor:
Auro del Giglio nasceu em São Paulo, em 1962. Graduou-se (1985) e doutorou-se (1994) pela Faculdade de medicina da Universidade de São Paulo. Defendeu sua Livre Docência em 2001 na mesma Universidade. De 1986 a 1992 foi residente em Medicina Interna na Universidade de Miami, Fellow em Oncologia Clínica e Hematologia no MD Anderson Cancer Center e Baylor College of Medicine, em Houston, Texas. É Fellow do American College of Physicians e, desde 1996, professor titular de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Fundação ABC onde desenvolve actividades de ensino, assistência e pesquisa tanto básica e clínica. É autor de cerca de 100 trabalhos científicos publicados em revistas internacionais e nacionais.
De 1995 a 1999 estudou Talmud sob a supervisão do rabino Boruch Twersky e, actualmente, estuda sob a supervisão do rabino M. A. Illovits. É casado e tem 4 filhos. É autor dos livros "Iniciação ao Talmud" (2000) e " Iniciação ao Estudo da Torá" (2003), ambos pela Editora e Livraria Sêfer.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

2º LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS


Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 408 páginas (14x21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-19-3, 1998
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O 2º Livro Judaico dos Porquês não é uma mera continuação, mas sim uma consequência. No Livro Judaico dos Porquês, o rabino Alfred J. Kolatch havia abordado centenas de questões fundamentais sobre todos os aspectos do judaísmo – o Shabat e os feriados religiosos; as leis de Cashrut; os rituais observados nas sinagogas e os vários marcos da vida, como o nascimento, a circuncisão, Bar e Bat- Mitzvá, casamento e divórcio, morte e luto. Alguns destes temas são aqui retomados, ora explorados em maior profundidade, ora comentados de forma mais extensa ou, ainda, enriquecidos por informações totalmente novas.
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"A resposta entusiástica que a publicação do Livro Judaico dos Porquês recebeu foi algo inesperado e bastante encorajador. A obra respondia a cerca de 500 perguntas, mas também provocava novas dúvidas… O 2º Livro Judaico dos Porquês explora alguns daqueles temas com maior profundidade e discute outros assuntos mais complexos como, aborto, conversão, controle de natalidade, inseminação artificial, transplante de órgãos, tabagismo, proselitismo, casamentos mistos, detalhes referentes à observância do Shabat e as relações de entre judeus e cristãos." Alfred J. Kolatch
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Sobre o Autor: O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabina das congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente. Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, Estórias da Bíblia para Crianças (lançado pela Editora Sêfer), The Jewish Child's First Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quiz Book, Who's Who in the Talmud, The Family Seder, This is the Torah e The Complete Dictionary of English and Hebrew Names.

COLECÇÃO JUDAICA


Edição de Paulo Geiger, Editora Sêfer, 4.500 páginas (18×24 cm), ISBN 85-85583-61-4, 2003
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

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Colecção Judaica é composta por obras de diferentes autores e assuntos, e concebida de modo a cobrir toda a temática judaica em seus aspectos mais importantes, proporcionando a qualquer usuário uma visão abrangente e actualizada do povo, da história, da cultura e do pensamento judaicos. A edição é de Paulo Geiger, que também chefiou a equipe de produção editorial e gráfica da Editora A. Koogan (RJ). São 10 volumes, na maioria ilustrados, perfazendo cerca de 4.500 páginas, formato 18x24 cm, agora com capa mole plastificada. O esmero na apresentação gráfica é uma moldura adequada ao cuidado que se deu ao texto, na escolha e na edição. São sete títulos, reunindo o que há de mais representativo em cada tema. No conjunto, a Colecção funciona como uma obra de referência ampla e actualizada. As bibliografias e, principalmente os muitos índices que permitem localizar facilmente qualquer assunto ou nome, ampliam e dão unidade e circularidade à obra como um todo.
POVO JUDEU, PENSAMENTO JUDAICO (2 volumes) de Robert M. Seltzer Apresenta a história analítica do povo judeu, dos primórdios aos nossos dias e, simultaneamente, da criação judaica no campo das ideias, da religião e da filosofia.
HISTÓRIA DE ISRAEL (2 volumes) de Howard M. Sachar Apresenta a vigorosa e fascinante história do sionismo e do Estado de Israel, do processo de gestação, nascimento e vida do Estado de Israel até a independência, as conquistas e as guerras do Estado.
CONHECIMENTO JUDAICO (2 volumes) de Nathan Ausubel Enciclopédia de temas judaicos amplamente ilustrada, onde toda a estrutura conceitual e formadora do judaísmo é apresentada na forma de verbetes, em ordem alfabética.
O TALMUD ESSENCIAL de Adin Steinsaltz É uma abertura, um primeiro e necessário passo para se abordar e entender, em sua essência, a estrutura e o método do Talmud, numa abordagem e num tratamento que visa a torná-las acessíveis e atraentes a todos.
UM TESOURO DO FOLCLORE JUDAICO de Nathan Ausubel Apresenta contos, lendas, anedotas, midrashim, provérbios, canções  e todo o acervo folclórico judaico, dividido em secções por assunto e comentado pelo autor.
CABALA de Gershom Scholem Um dos maiores especialistas académicos em misticismo judaico, analisa exaustivamente a Cabala em seus múltiplos e diversos aspectos: histórico, conceitual e filosófico, e prático.
CHASSIDISMO: O MOVIMENTO E SEUS MESTRES de Harry Rabinowicz Apresenta a história, do surgimento aos nossos dias desse movimento tão singular em suas concepções e em sua prática do judaísmo.

domingo, 31 de março de 2013

TORÁ UMADÁ: JUDAÍSMO E CONHECIMENTO SECULAR


O Encontro entre o Estudo Religioso e o Conhecimento Secular na Tradição Judaica
Rabino Dr. Norman Lamm, Editora Sêfer, 288 páginas (14x21 cm), ISBN 85-85583-56-8, 2006
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

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"Ao longo da sua história milenar, o judaísmo tem confrontado uma série de civilizações, cada uma com seus próprios valores e perspectivas. Algumas ele combate e rejeita completamente, e ensina e aprende de outras como resultado de um diálogo frutífero e comummente inconsciente entre elas. Em geral, muitos judeus, oprimidos pela cultura maioritária e não desejosos ou incapazes de permanecer independentemente confiantes como uma minoria religiosa e intelectual, têm assimilado a cultura hospedeira; eles e seus descendentes estão sendo perdidos para sempre para a posteridade judaica. Este fenómeno doloroso vem ocorrendo desde os tempos bíblicos. Contudo, jamais esta confrontação fora tão longa, intensa, complicada e finalmente tão fatídica como a actual – o judaísmo tal como se depara diante da civilização ocidental e todo o complexo da modernidade. Este livro dirige-se a um aspecto deste encontro – até onde este pode ser isolado de toda a matriz de relacionamentos: o aspecto intelectual e educacional. Embora existam muitas formulações deste encontro – o equivalente judaico contemporâneo de "Atenas e Jerusalém" poderia ser "Yeshivá e Universidade" – o termo que iremos utilizar é Torá Umadá: o aprendizado judaico e a sabedoria universal da nossa cultura. Rabino Dr. Norman Lamm
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"Torá Umadá faz uma defesa apaixonada e entusiasmada da inclusão de todas as disciplinas da sabedoria no arcabouço da Torá. Para o leitor que busca uma análise plena e original de reflexão de como o pensamento secular é visto pelos especialistas em Torá, do Talmud até os nossos dias, este volume é instigante e uma contribuição original." Algemeiner Journal "Torá Umadá é uma realização ímpar. Lamm é um erudito refinado e um defensor apaixonado. Ele escreve muito e de maneira muito bela. Mas esta obra é mais do que apenas outro livro. É a declaração mais completa que ele já apresentou de sua filosofia do judaísmo." Jonathan Sacks, Rabino-Chefe da Grã-Bretanha "O Dr. Lamm escreveu um livro notavelmente espirituoso e de uma defesa apaixonada que bebe de uma série extremamente rica de fontes judaicas tradicionais e do pensamento moderno." Rabino Yits'chak Twersky, Professor de Literatura Hebraica e Filosofia da Universidade de Harvard "O Dr. Lamm escreveu uma discussão inteligente e quase sempre incisiva de um tema importante, que confronta e frequentemente divide o judaísmo ortodoxo contemporâneo. Essa questão é uma preocupação perene da filosofia religiosa, mas sua importância tem sido muito aumentada pela secularização moderna e as variadas respostas judaicas a isto." Aharon Lichtenstein, Rosh Yeshivát Har Etsión, Israel
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Sobre o Autor: O Dr. Norman Lamm é um destacado rabino, filósofo, professor, e escritor. Nascido em 1927, no Brooklyn, completou seus estudos escolares na Yeshiva and Mesivta Torah Vodaath. Em 1945 ingressou na Yeshiva College, onde prosseguiu seus estudos judaicos e de química, graduando-se com louvor em 1949. Continuou seus estudos científicos avançados no Instituto Politécnico do Brooklyn simultaneamente com seus estudos judaicos e rabínicos na Yeshiva University de Nova York. Em 1951 foi ordenado rabino e em 1966 foi-lhe outorgado o PH.D. em filosofia judaica. Foi eleito o terceiro presidente da Yeshiva University (1976-2003), sucedendo o Dr. Samuel Belkin (1940-1975) e o Dr. Bernard Revel (1915-1940). Sob sua liderança, houve mais matrículas e os programas académicos foram actualizados, revigorados e ampliados, atingindo 6.400 alunos, além de um aumento significativo do património da instituição. Autor de 10 livros e de um grande número de artigos publicados em revistas e jornais, tem sido amplamente reconhecido por suas obras e discursos sobre interpretação da filosofia e leis judaicas, especialmente em relação a problemas que envolvem ciência, tecnologia e filosofia no mundo moderno. Ao longo dos anos, realizou palestras nos EUA e em uma dúzia de outros países nos cinco continentes. Em Dezembro de 2000 foi condecorado com o 12º Prémio de Jerusalém para Lideranças Comunitárias e Espirituais, graças ao seu avanço em Torá Umadá e pela elevada orientação de diversas gerações de judeus ortodoxos na América. Dr. Lamm é casado com Mindella Mehler, tem quatro filhos e dezassete netos.

sábado, 30 de março de 2013

UMA LETRA DA TORÁ


Uma jornada ao âmago do legado espiritual da religião mais antiga do mundo
Rabino Jonathan Sacks, Editora Sêfer, 288 páginas (16x21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-45-2, 2002 (2ª edição)
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O Baal Shem Tov, rabino do século XVIII que fundou o Chassidismo, comparou o povo judeu a uma Torá via, na qual cada judeu é uma letra do texto sagrado. No pergaminho, uma única letra danificada invalida a Torá. No judaísmo, a ausência ou o afastamento de um único indivíduo faz todo o povo sofrer. O Rabino Jonathan Sachs usa esta metáfora para construir uma argumentação apaixonada em prol da prática religiosa nessa época secular, e nos convida a participar activamente da preservação de uma tradição tão rica e envolvente quanto a nossa. Nunca antes um livro expressou com tanta eloquência o regozijo de ser judeu. Esta é a história da esperança de um homem em relação ao futuro – um futuro no qual a geração dos nossos filhos abraçará com alegria toda a beleza da religião mais antiga do mundo.
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Prefácio do Autor Hoje, em toda a Diáspora, um em cada dois judeus casa-se fora da religião, ou simplesmente não se casa, ou toma a decisão de não formar um lar judaico, ter filhos judeus e dar continuidade à história judaica. Em momentos assim, raros na nossa história, nos deparamos com a pergunta: Quem sou eu e por que devo permanecer judeu? É uma pergunta que nunca pode ser respondida abstractamente. Ela é profundamente pessoal e pede uma resposta pessoal. Este livro é a minha resposta pessoal. Nenhum de nós pode responder em nome de outra pessoa. Mas, às vezes, saber o que outros pensavam sobre o assunto ajuda, e por isso decidi publicar o livro como uma carta aberta à próxima geração. Escrevê-lo acabou por tornar-se uma jornada de descobrimento. Todas as vezes que perguntei não "O Quê?", mas "Porquê?", encontrei o judaísmo a revelar-se aos meus olhos de uma forma que jamais vira. Por esta razão, no coração da história que tenho para contar está a minha própria teologia do judaísmo, algo que eu nunca havia escrito antes. Quanto mais eu me aprofundava no mistério que envolve a sobrevivência do judaísmo, mais nitidamente percebia a originalidade, a precisão, a pura sanidade de sua visão do mundo e da humanidade, e de como ela é pouco compreendida por nós mesmos e por outros, mesmo hoje em dia. Precisamos voltar aos nossos textos. A crise é criativa. Ao contrário do que acontece em períodos mais calmos, ela permite-nos encontrar uma antiga herança de uma nova maneira. Ofereci o primeiro exemplar deste livro ao no nosso filho Joshua e à nossa nora Eve no dia do seu casamento. É o meu presente a eles. É também um tributo ao meu pai, de abençoada memória, e ao que aprendi com ele. Este é o meu Yizcor, a prece que faço em sua memória. Porque quando os judeus se lembram, eles o fazem em nome do futuro, o lugar onde, se formos fiéis, o passado nunca morre. Rosh Chodesh Elul, 5760
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Sobre o Autor: O Rabino Jonathan Sacks é, desde 1991, Rabino-Chefe da Grã-bretanha e Comunidade Britânica. Educado em Cambridge e Oxford, leccionou em universidades e liderou congregações na Inglaterra, em Israel e nos Estados Unidos. Autor de vários livros, entre eles "Arguments for the Sake of Heaven" e "The Politics of Hope", ele vive em Londres, Inglaterra.

sexta-feira, 29 de março de 2013

A SABEDORIA DA ALMA


Dáat Tevunót
Rabino Moshe Chaim Luzzatto, Editora Sêfer, 192 páginas (14x21 cm, brochura), ISBN 85-85583-85-9, 2008
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Nesta brilhante obra, o Rabino Moshe Chaim Luzzato revela, sem sombra de dúvida, sua profunda sabedoria. Conceitos básicos sobre judaísmo são tratados de forma concisa e, ao mesmo tempo, profunda. O autor conseguiu explicar em "Dáat Tevunót" porque um mais um é igual a dois. Após sua leitura, você, leitor, verá o mundo por um prisma completamente renovado. Imagine-se apreciando uma obra de arte mas entendendo realmente o que é arte! Nesta grande obra, o autor trouxe à tona a verdadeira forma de apreciar a maior de todas as obras de arte – o nosso Universo. "A Sabedoria da Alma" não é um livro somente de leitura, mas, sim, um livro de estudo no qual é importante reler os conceitos algumas vezes, até que você interiorize seus ensinamentos, pois há nele muitos conceitos da Cabalá e da filosofia judaica. Rabino Chaim Vital Passy
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Sobre o Autor: O Rabino Moshe Chaim Luzzatto, o "Ramchal", assim conhecido por suas iniciais em hebraico, foi uma das figuras mais extraordinárias da história judaica. Nascido em Pádua, na Itália, em 1707, revelou ainda criança sua verdadeira genialidade no estudo da Torá. Aos 11 anos de idade, já dominava totalmente o Talmud e, aos 14, escreveu seu primeiro livro. Também muito jovem, aos 13 anos, mergulhou no estudo da Cabalá a partir das obras do Ari ZA''L, e seu talento fez com que se tornasse um dos grandes cabalistas de todos os tempos. Como havia ocorrido séculos antes com Maimónides, também o Ramchal foi um dos eruditos mais polémicos e discutidos de sua geração. Sua extrema capacidade, especialmente no campo do misticismo judaico, chegou a levantar desconfiança entre os estudiosos, pois vivia-se a época posterior à dos falsos messias, e as desastrosas deturpações espirituais que produziram ainda traziam à tona a profunda cautela da comunidade rabínica. A natureza inovadora e rica do seu trabalho provocou que um sábio da época escrevesse aos rabinos de Ancona, para que investigassem o Ramchal "da cabeça aos pés", pois havia sido informado de que ele, o Ramchal, receberia mensagens de um Maguid (anjo) que, por sua vez, lhe revelaria segredos místicos. As sanções da comunidade rabínica local contra o Ramchal acabaram tornando-o objecto de um "Cherem" (carta de excomunhão). Nesta situação dolorosa e injusta, ele deixou Pádua e seguiu para Amesterdão, esperando encontrar um ambiente receptivo às suas ideias e ao seu trabalho. Apenas mais tarde se tornaria claro que o alto rabinato da Itália e de alguns outros países europeus havia se deixado tomar pelo medo frente à postura inovadora do Ramchal, e que, na verdade, ele era um ilustre estudioso que viria a iluminar o caminho de gerações futuras. Com o tempo, a verdade emergiu mais forte do que nunca, e o Ramchal foi consagrado como um dos sábios mais importantes de todas as gerações. Seus livros – entre os quais se destacam "O Caminho de Deus" e o "Caminho dos Justos" – são tratados até hoje como fontes de referência no estudo da Torá. Como muitos dos líderes da história judaica, o Ramchal acalentava o sonho de morar na Terra de Israel, para poder se aproximar ainda mais de Deus. E assim fez, indo morar para a cidade de Aco. Porém, três anos depois de sua chegada, faleceu precocemente aos 39 anos de idade, sendo enterrado na cidade de Tiberíades, ao lado do túmulo do Rabi Akiva.

quinta-feira, 28 de março de 2013

LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS


Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 346 páginas (14x21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-04-5, 1998 (5ª Edição)
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Este best-seller explora cerca de 500 questões básicas sobre o judaísmo. Em uma linguagem simples e directa, o rabino Alfred J. Kolatch explica em que os judeus acreditam, como eles observam as suas festividades, qual é o significado dos seus costumes e cerimónias, e quais as diferenças entre as correntes religiosas. Entre as perguntas respondidas encontram-se:
  • Porque um filho de pai judeu não é necessariamente judeu?
  • Porque os Meninos são circuncidados?
  • Porque se quebra um copo na cerimónia do casamento?
  • Porque porco e camarão não são casher?
  • Porque os judeus comem guefilte fish no Shabat?
O Livro Judaico dos Porquês traz uma importante contribuição para desmistificar muitos dos mal-entendidos e conceitos erróneos que envolvem a observância judaica. Tanto os judeus como os não judeus acharão este livro esclarecedor.
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"Ao longo dos anos, Têm surgido diversos livros que descrevem a vida judaica – suas leis, seus costumes e suas cerimónias. A maioria se dedica a uma exposição de regras de conduta mas poucos, se é que algum deles, dedicam-se a explicar o porquê de certas leis, costumes e cerimónias. O Livro Judaico dos Porquês não aconselha aos judeus como conduzir suas vidas. Ele não é um livro de Halachá – de lei judaica. Este livro tem como único intuito explicar o raciocínio existente por trás dos costumes seguidos." Alfred J. Kolatch
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Sobre o Autor: O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabino nas congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente. Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, The Jewish Child's Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quis Book, Who's Who in the Talmud, The Family Seder e The Complete Dictionary of English and Hebrew First Names. Em Português foram lançados: Livro Judaico dos Porquês, Segundo Livro Judaico dos Porquês, Os Porquês da Torá e Estórias da Bíblia para Crianças, pela Editora e Livraria Sêfer.

quarta-feira, 27 de março de 2013

PARA CURAR UM MUNDO FRACTURADO


A Ética da Responsabilidade
Rabino Jonathan Sacks, Editora Sêfer, 360 páginas (16x23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-86-6, 2007
Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 

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A única coisa que se iguala ao fundamentalismo do ódio é um contra-fundamentalismo de amor. O Rabino Jonathan Sacks é uma das maiores autoridades contemporâneas em moral e autor de Uma Letra da Torá, publicado no Brasil pela Editora Sêfer. Um dos conceitos mais característicos e polémicos do judaísmo é sua ética da responsabilidade. Porque recebemos a dádiva da liberdade, é nosso dever honrar e engrandecer a liberdade dos outros. Nenhuma outra geração foi tão estimulada a acreditar que a única fonte de significado é a satisfação das necessidades individuais. O Rabino Sacks mostra aqui o profundo engano contido nessa crença. A ética diz respeito à vida que vivemos em conjunto, ao bem que só existe quando compartilhado. A argumentação construída pelo Rabino Sacks expõe a dimensão do seu comprometimento com a condição humana e reflecte a riqueza do seu conhecimento. Ele fala de Sigmund Freud ou Karl Marx com a mesma autoridade com que cita e comenta a Bíblia Hebraica (Tanach). Para Curar um Mundo Fracturado é seu chamado à sociedade para que caia em si, para que volte à razão.
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O Mundialmente reconhecido Rabino-Chefe Dr. Jonathan Sacks tem voltado a sua atenção à responsabilidade e ética judaicas. Através de histórias sobre pessoas normais que agem com um diferencial humano singular, ele explica o poder, a responsabilidade e as origens das boas acções pelas várias perspectivas do judaísmo. De acordo com o Rabino Sacks, Deus criou o mundo imperfeito para que nós terminássemos Sua obra. Ao nos presentear com esta linda obra, certamente o Rabino está a fazer a sua parte. Por esta razão, é um prazer e uma honra apoiar a publicação deste livro em português e participar da grande aventura intelectual e emocional contida nessas páginas. United Medical
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"Ser humano significa ser consciente e ser responsável." Viktor Frankl "Quando eu era jovem, queria mudar o mundo. Tentei, mas o mundo não mudou. Tentei mudar a minha cidade, mas a cidade não mudou. Tentei mudar a minha família, mas a minha família não mudou. Então, eu soube: primeiro, eu deveria mudar a mim mesmo." Rabino Israel Salanter
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Sobre o Autor: O Rabino Jonathan Sacks é, desde 1991, Rabino-Chefe da Grã-bretanha e Comunidade Britânica. Educado em Cambridge e Oxford, leccionou em universidades e liderou congregações na Inglaterra, em Israel e nos Estados Unidos. Autor de vários livros, entre eles "Arguments for the Sake of Heaven" e "The Politics of Hope", ele vive em Londres, Inglaterra.

segunda-feira, 25 de março de 2013

NEGÓCIO FECHADO


Parábolas da Cultura Judaica e sua Luz sobre a Arte de Vender
David Godorovits e Silvio Acherboim, Editora Sêfer, 112 páginas (14x21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-43-9, 2002 (3ª edição 2007)

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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Escrever a apresentação de um livro que contém experiências milenares é um convite fascinante. A arte de vender nasceu no seio do povo judeu, no período em que este foi proibido de possuir qualquer tipo de propriedades, como terras para cultivar ou imóveis para trabalhar.
Dizem que os responsáveis pelo grande sucesso dos judeus na arte de negociar são justamente os gentios, que não lhes deixavam outra alternativa de sobrevivência.
Essa proibição transformou os maiores sábios judeus de cada época em hábeis negociantes, que empregavam inteligência e valores éticos para fazer da única alternativa de sobrevivência, a maior oportunidade de crescimento.
Os autores de Negócio Fechado - David Godorovits e Silvio Acherboim - foram extremamente felizes ao escrevê-lo com base nesses ensinamentos que, certamente, provocarão nos leitores e profissionais do ramo uma grande reflexão sobre as suas actividades e um período de mudanças significativas.
Aquele que escolheu vendas como sua profissão, com toda a nobreza que ela carrega, terá neste livro um companheiro permanente, que permitirá que as histórias aqui contidas sejam lidas e relidas sempre, pois, em cada estudo dos textos, uma nova interpretação poderá surgir, permitindo avanços importantíssimos nas estratégias de actuação.
Jack Strauss
Empresário do ramo de varejo, director da empresa Sofá & Companhia e coordenador do PNBE (Brasil)
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Senti-me muito honrado ao ser convidado a escrever a resenha deste livro, cujo conteúdo é a essência de uma cultura de 5769 anos. Na sua introdução, aborda-se a verdade na plenitude de sua nudez, raramente aceita porque tem uma só face: a que nos interessa, e não a que nos expõe.
Fala do pessimismo mas fala, em seguida, de esperança. Este contraste leva-nos a avaliar o que se possuía e o que foi perdido, porém sem jamais duvidar de que a beleza da vida pode sempre ser reencontrada, desde que se tenha dentro de si o Eterno, com a certeza de que a Ele não se pode enganar sem enganar a si próprio.
Este livro enfeixa de forma contundente tudo o que a vida me ensinou, pois, como vendedor de jóias, aprendi a ouvir confissões íntimas sem poder comentá-las; precisei ser solidário sem me tornar cúmplice. Consolidou-se assim em meu espírito o senso ético, e logo aprendi que o “olho no olho” e o aperto de mão sincero valem muito mais do que um contracto formal.
Leia, mas leia com atenção e fique mais atento ainda àquilo que lhe pareça óbvio, porque é no aparentemente óbvio, na simplicidade da frase já ouvida que estão as grandes verdades e ensinamentos que as dificuldades da vida, às vezes até por conveniência, nos fazem esquecer.
Negócio Fechado levou-me a uma deliciosa viagem retrospectiva no tempo, onde naveguei por minha própria vida. Com certeza, fará igualmente bem a você, leitor.
Medite sobre cada detalhe e incorpore à sua alma toda a riqueza e sabedoria que lhe serão proporcionadas. Elas poderão se tornar importantes ferramentas para os seus negócios, para suas actividades. Mas, acima de tudo, farão de você um ser humano mais feliz.
Alencar Burti
Presidente da Associação Comercial de São Paulo e Presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Brasil).
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Sobre os autores:
David Godorovits é natural de Salvador, na Bahia (Brasil), é pós-graduado em Engenharia Civil, com especialização em Física e Administração de Empresas, e actua na área de suprimentos. Mora no Rio de Janeiro há mais de 50 anos e é membro actuante em quase todas as entidades judaicas da cidade, onde encanta os participantes de suas palestras, prédicas e cursos com pérolas da milenar sabedoria judaica. É membro do conselho editorial da Sêfer e participou decisivamente na edição das obras SALMOS, A ÉTICA DO SINAI, TORÁ e O CAMINHO DOS JUSTOS. É casado com a pedagoga Augusta, pai de 3 filhos e 11 netos.
Silvio Acherboim é natural de São Paulo, é filho e neto de comerciantes que imigraram da Bessarábia. Pós-graduado em Administração de Empresas, MBA em Marketing de Serviços, actua directamente em vendas há 20 anos e é director da SMSª Sales & Marketing Solution, onde, através de histórias e textos, procura motivar pessoas a alcançar as suas metas de vida, pessoais e profissionais. É casado e pai de 3 filhos, que são a sua inspiração para viver e… vender.

O ESTADO DE ISRAEL À LUZ DA LEI JUDAICA


Perguntas e Respostas
Rabino Iaacov Moshe Bergman, Editora Sêfer, 240 páginas (16x23 cm, brochura), ISBN 85-85583-66-5, 2004

Informações e encomendas através do email  euronigma@sapo.pt 
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·O Estado de Israel pode ser a realização da visão messiânica dos profetas?
·Qual a relevância em saber se estamos ou não no início do processo da redenção?
·Por que muitos rabinos se opõem ao sionismo?
·Podemos responsabilizar o sionismo por milhares de pessoas que abandonaram a religião?
·Não seria melhor preocuparmo-nos com o cumprimento dos preceitos religiosos e deixar o resto nas mãos de Deus?
·Por que os sionistas religiosos aparentam ser menos rigorosos no cumprimento dos mandamentos?
·Desde quando é permitido enfeitar uma sinagoga com um símbolo laico, como uma bandeira?
São famosas as palavras de Nachmânides, para quem a Halachá (Lei Judaica) não deve, necessariamente, apresentar conclusões decisivas e respostas resolutas. Ou seja, ela também abre espaço para a indagação e interpretações diferentes das fontes. Não é minha intenção afirmar que o sionismo religioso é a única possibilidade na Halachá. Longe de mim entrar num redemoinho de discussões, para convencer as pessoas a mudarem o caminho que aprenderam com os seus rabinos. Nosso próprio público, o nacional religioso, tem as suas questões.
Muitas perguntas me foram enviadas justamente por amigos e vizinhos, ansiosos por encontrar uma resposta que os satisfizesse. Posso até me permitir fazer uma afirmação de que esta ou aquela seja a resposta mais adequada (a meu ver), mas creio não haver uma resposta absoluta. Quem estudar este livro com o intuito de esclarecer este tema e de encontrar a verdade (e não motivado pelo gosto da controvérsia), descobrirá a Divina verdade que aqui se oculta.
Algumas Pessoas pensam que a ideologia religiosa sionista é conciliatória, e que não tem compromisso suficiente com a Torá Oral. Este é mais um dos objectivos deste livro: mostrar que a Torá Divina é a essência e o conteúdo de nossas vidas. Nosso compromisso com a Halachá é absoluto e o modo como servimos a Deus provém única e exclusivamente dela.
Rabino I. Moshe Bergman
Sobre o autor:
Iaacov Moshe Bergman nasceu em 1969, em Jerusalém. É bisneto do renomado líder e Rabino Iaacov Moshe Charlap ZT”L. a quem seu nome homenageia. Após 14 anos de estudos na Yeshivat Mercaz Harav, recebeu sua “semichá” (título de Rabino) do Rabinato-Chefe de Israel e também dos ex-rabinos-chefes Avraham Shapira e Mordechai Eliyáhu. Além disso, é “mohél” diplomado pelo Rabino-chefe e detém o título académico equivalente ao mestrado em Talmud. Tanach e Torá Oral. É oficial do Exército de Defesa de Israel, tendo servido como soldado de combate. Foi professor em várias escolas em Israel e lecciona no Curso para Formação de Rabinos do Instituto Amiel.
Entre 2000-2002 serviu como Rabino da Comunidade Bnei Akiva de São Paulo, onde impressionou a todos por sua dedicação e por seus vastos conhecimentos em todas as áreas do judaísmo, e reforçou os laços da comunidade com o Estado de Israel através do esclarecimento da essência do sionismo nacional-religioso.